{"id":1437,"date":"2025-07-04T18:00:13","date_gmt":"2025-07-04T21:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/inctnanoagro.com.br\/?p=1437"},"modified":"2025-07-04T18:00:13","modified_gmt":"2025-07-04T21:00:13","slug":"workshop-restore-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inctnanoagro.com.br\/en\/workshop-restore-2025\/","title":{"rendered":"A tecnologia que vem da natureza: como as nanos est\u00e3o revolucionando a restaura\u00e7\u00e3o florestal dentro do NAPI Biodiversidade: RESTORE"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">A crise clim\u00e1tica tornou a restaura\u00e7\u00e3o florestal uma tarefa urgente \u2014 e tamb\u00e9m extremamente desafiadora. Mais do que prop\u00f3sito, a miss\u00e3o inclui lidar com solos degradados, secas prolongadas e altas taxas de mortalidade de mudas em campo. O NAPI Biodiversidade: RESTORE, um dos Novos Arranjos de Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o organizados pela Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, com foco na Mata Atl\u00e2ntica, surge nesse cen\u00e1rio como um laborat\u00f3rio vivo de inova\u00e7\u00e3o. Um de seus principais trunfos? A nanotecnologia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre os dias 26 e 27 de junho de 2025, Londrina foi palco do 2\u00ba Workshop RESTORE, evento que reuniu pesquisadores, gestores p\u00fablicos, representantes do setor produtivo e organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil para discutir o futuro da restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica. O encontro marcou tamb\u00e9m o encerramento do primeiro ciclo de financiamento do projeto. Agora, uma nova etapa come\u00e7a a se desenhar a partir das conex\u00f5es e aprendizados proporcionados nesses dois dias de trocas intensas.<\/span><\/p>\n<p><iframe title=\"Untitled\" src=\"https:\/\/www.canva.com\/design\/DAGsPDbgfS4\/rsbjhEptueRbIWKiD97Jlg\/view?embed&amp;meta\" height=\"600\" width=\"800\" style=\"border: none; border-radius: 8px; width: 800px; height: 600px;\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" allow=\"fullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<h3><b>O que \u00e9 o projeto RESTORE?<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">RESTORE \u00e9 o acr\u00f4nimo de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">natuRe-basEd SoluTions for imprOving REforestation<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2014 solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza para melhorar o reflorestamento. O projeto prop\u00f5e justamente isso: usar a pr\u00f3pria l\u00f3gica da natureza, somada a ferramentas biotecnol\u00f3gicas, para aumentar a efici\u00eancia da restaura\u00e7\u00e3o florestal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cTrabalhamos com inoculantes microbianos, biomateriais e nanotecnologia para tornar as mudas mais tolerantes \u00e0 seca e mais preparadas para solos pobres. A ideia \u00e9 produzir mudas mais fortes, que tenham maior chance de sobreviver e crescer no campo\u201d, explica Halley Caixeta, coordenador do projeto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O projeto \u00e9 executado de forma colaborativa entre Brasil, Fran\u00e7a e Alemanha, e os testes de campo s\u00e3o realizados em tr\u00eas florestas com diferentes caracter\u00edsticas clim\u00e1ticas: a Floresta Atl\u00e2ntica Estacional Semidecidual (Brasil), a Floresta Dec\u00eddua de Carvalho Mediterr\u00e2neo (Fran\u00e7a) e a Floresta Temperada M\u00e9sica (Alemanha). Essa abordagem internacional permite cruzar dados e padr\u00f5es ecol\u00f3gicos em contextos diversos, refor\u00e7ando a robustez das solu\u00e7\u00f5es desenvolvidas.<\/span><\/p>\n<h3><b>Como a nanotecnologia pode mudar o jogo do reflorestamento<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A nanotecnologia tem se revelado uma das ferramentas mais promissoras do projeto. Isso porque as part\u00edculas em escala nanom\u00e9trica conseguem interagir diretamente com c\u00e9lulas vegetais, promovendo efeitos precisos e controlados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos exemplos apresentados por Halley Caixeta no workshop \u00e9 o uso de nanopart\u00edculas para libera\u00e7\u00e3o controlada de \u00f3xido n\u00edtrico (NO), um g\u00e1s associado \u00e0 resposta de defesa das plantas. \u201cComo \u00e9 um g\u00e1s, o NO se dispersa muito r\u00e1pido no ambiente. Mas, ao encapsular mol\u00e9culas doadoras de NO, conseguimos proteg\u00ea-lo e fazer com que ele seja liberado aos poucos, aumentando sua efic\u00e1cia na planta e evitando desperd\u00edcios\u201d, explica o professor. A t\u00e9cnica permite reduzir drasticamente a quantidade de insumos aplicados e elevar a taxa de sobreviv\u00eancia das mudas em campo.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/conexaociencia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/RESTORE-6.jpg?resize=1200%2C872&amp;ssl=1\" \/><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Comparativo entre mudas com aplica\u00e7\u00e3o de nanopart\u00edculas e sem (Foto\/Arquivo Pessoal)<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro exemplo \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o de \u00e1cido giber\u00e9lico encapsulado, respons\u00e1vel por estimular a germina\u00e7\u00e3o. Testes com sementes de tomate mostraram resultados animadores, e agora os pesquisadores est\u00e3o avaliando o efeito em esp\u00e9cies nativas da Mata Atl\u00e2ntica.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/conexaociencia.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/RESTORE-7.jpg?resize=1200%2C831&amp;ssl=1\" \/><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Comparativo entre mudas com aplica\u00e7\u00e3o de nanogiberelina e sem (Foto\/Arquivo Pessoal)<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m da efici\u00eancia, a nanotecnologia tamb\u00e9m oferece vantagens ambientais e econ\u00f4micas. \u201cQuando se usa a tecnologia convencional, s\u00e3o necess\u00e1rias at\u00e9 2 mil gramas de um microrganismo por hectare. Com a nano, usamos s\u00f3 200 gramas. Isso significa menos gasto, menos impacto ambiental e maior controle sobre o processo\u201d, destaca Halley.<\/span><\/p>\n<h3><b>Biomateriais e biopol\u00edmeros: solu\u00e7\u00f5es que v\u00eam do res\u00edduo<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O RESTORE tamb\u00e9m aposta no uso de biomateriais produzidos a partir de res\u00edduos da agroind\u00fastria, como baga\u00e7o de cana, farelo de aveia e casca de laranja. \u201c\u00c9 uma forma de transformar res\u00edduos em insumos valiosos para o solo\u201d, explica Halley.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um desses biomateriais s\u00e3o as espumas org\u00e2nicas \u2014 visualmente parecidas com salgadinhos \u201ccheetos\u201d \u2014 que, quando misturadas ao solo, v\u00e3o se degradando lentamente, liberando nutrientes e sendo absorvidas pelas ra\u00edzes das mudas. H\u00e1 tamb\u00e9m o hidrogel, capaz de reter \u00e1gua no entorno da planta logo ap\u00f3s o plantio, evitando perdas por seca nos primeiros dias cr\u00edticos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro destaque s\u00e3o os tubetes biodegrad\u00e1veis, que substituem os tradicionais recipientes pl\u00e1sticos usados na fase de viveiro. \u201cAo plantar diretamente com o tubete org\u00e2nico, evitamos o estresse de retirar a muda do recipiente. E mais: esses tubetes podem carregar microrganismos ben\u00e9ficos que ser\u00e3o liberados conforme a decomposi\u00e7\u00e3o do material\u201d, detalha Caixeta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entre os biopol\u00edmeros, chama aten\u00e7\u00e3o o uso de nanoquitosana \u2014 derivada de crust\u00e1ceos e fungos \u2014 que, combinada com o NO, mostrou ser capaz de estimular os est\u00f4matos das plantas a se abrirem no in\u00edcio da manh\u00e3, quando a umidade \u00e9 maior. \u201cIsso permite que a planta fa\u00e7a fotoss\u00edntese sem perder tanta \u00e1gua, resolvendo um dos maiores dilemas fisiol\u00f3gicos das esp\u00e9cies nativas em situa\u00e7\u00f5es de seca\u201d, afirma Halley.<\/span><\/p>\n<h3><b>O Workshop RESTORE 2025: troca, ci\u00eancia e novas alian\u00e7as<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O evento de dois dias foi realizado no Anfiteatro Cyro Grossi, no Centro de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), com uma programa\u00e7\u00e3o dividida entre mesas de discuss\u00e3o e apresenta\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. No primeiro dia, representantes de \u00f3rg\u00e3os governamentais, empresas, ONGs e grupos de pesquisa debateram desafios da restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica em quatro grandes eixos:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00d3rg\u00e3os Governamentais: Desafios e caminhos para a Restaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Setor produtivo de execu\u00e7\u00e3o da Restaura\u00e7\u00e3o: Desafios e caminhos para a Restaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Setor produtivo de desenvolvimento de tecnologias para a agricultura sustent\u00e1vel: Desafios e caminhos aplic\u00e1veis \u00e0 Restaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Sociedade Civil Organizada: Desafios e caminhos para a Restaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 o segundo dia foi voltado \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados do projeto, incluindo testes com nanomateriais, microrganismos associativos e biomateriais diversos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO workshop foi pensado como um momento de fechamento do primeiro ciclo do projeto, mas tamb\u00e9m de abertura de possibilidades para um novo ciclo, mais conectado com as demandas reais dos setores produtivo e ambiental\u201d, avalia Halley. \u201cFoi um espa\u00e7o de escuta e de constru\u00e7\u00e3o. Muitas vezes, cada setor trabalha isolado no seu universo. Mas quando colocamos todos na mesma sala, vemos o quanto h\u00e1 possibilidade de colabora\u00e7\u00e3o.\u201d<\/span><\/p>\n<h3><b>Coopera\u00e7\u00e3o regional: a Am\u00e9rica do Sul entra no radar<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos pontos altos do evento foi a participa\u00e7\u00e3o de convidados da Argentina e do Paraguai. \u201cFoi surpreendente perceber o quanto temos em comum, especialmente no tipo florestal presente no norte do Paran\u00e1 e em regi\u00f5es desses pa\u00edses. Eles t\u00eam avan\u00e7ado no manejo e na biologia de esp\u00e9cies nativas, e podemos trocar muito conhecimento t\u00e9cnico com eles\u201d, afirma Halley.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa aproxima\u00e7\u00e3o abriu uma nova frente para o RESTORE: al\u00e9m das parcerias com Fran\u00e7a, Alemanha e a rec\u00e9m-iniciada colabora\u00e7\u00e3o com a Austr\u00e1lia, a Am\u00e9rica do Sul passa a ser vista como uma aliada estrat\u00e9gica. \u201cN\u00e3o apenas pela proximidade geogr\u00e1fica, mas porque compartilhamos os mesmos desafios ecol\u00f3gicos. H\u00e1 muito o que construir juntos\u201d, diz o coordenador.<\/span><\/p>\n<h3><b>Visita ao Parque Mata dos Godoy e ao Viveiro Flora Londrina<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A programa\u00e7\u00e3o do workshop incluiu ainda uma visita t\u00e9cnica ao Parque Estadual Mata dos Godoy e ao Viveiro Flora Londrina, onde alguns palestrantes puderam ver de perto a biodiversidade da Mata Atl\u00e2ntica no Paran\u00e1. As visitas refor\u00e7am a conex\u00e3o entre pesquisa, ecologia e os setores convidados a participar das frentes de discuss\u00e3o do evento.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><iframe title=\"C\u00f3pia de Design sem nome\" src=\"https:\/\/www.canva.com\/design\/DAGsPMp1u8Y\/iP5nfBtBw634aN0zgzMo_g\/view?embed&amp;meta\" height=\"600\" width=\"800\" style=\"border: none; border-radius: 8px; width: 800px; height: 600px;\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" allow=\"fullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Para onde vai o RESTORE?<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com o encerramento do primeiro ciclo de financiamento, o projeto agora articula novas propostas para continuar crescendo. \u201cO projeto RESTORE, ao longo de seu desenvolvimento, gerou diversas tecnologias inovadoras, como nanomateriais, biomateriais derivados de res\u00edduos da agroind\u00fastria e microrganismos promotores de crescimento vegetal. Muitas dessas solu\u00e7\u00f5es j\u00e1 est\u00e3o sendo testadas em campo. Para o futuro, a proposta \u00e9 que um novo ciclo de financiamento permita fortalecer e ampliar essas parcerias, integrando universidade e setores aplicadores em torno de um objetivo comum: uma restaura\u00e7\u00e3o florestal em maior escala, mais eficiente e com maior taxa de sucesso\u201d, afirma Halley.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com ci\u00eancia de ponta, di\u00e1logo entre saberes e a for\u00e7a das solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza, o RESTORE mostra que o futuro da restaura\u00e7\u00e3o florestal j\u00e1 come\u00e7ou \u2014 e que ele pode ser muito mais eficiente, colaborativo e resiliente.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A crise clim\u00e1tica tornou a restaura\u00e7\u00e3o florestal uma tarefa urgente \u2014 e tamb\u00e9m extremamente desafiadora. 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